Meu nome é Daniela Ferreira
Idealizadora dos Projetos Elas Precisam Saber e Eles Precisam Saber
Graduada em Direito, Pós Graduada em Direito das Mulheres, Pós-Graduando em Direitos Humanos, Pós-Graduando em Políticas Públicas de Enfrentamento a Violência Contra a Mulher e Educadora Social, feminista, com a missão e propósito de levar informação e conhecimento sobre violência doméstica através de uma linguagem simples e acessível, o Projeto foi criado em novembro de 2022 para ajudar e salvar mulheres, pois acredito na mudança através da educação.
Mais do que troca de ideias, é um ambiente de confiança, aprendizado e acolhimento mútuo. Um refúgio no meio da correria do dia a dia, onde a escuta ativa, o carinho e o apoio caminham lado a lado. Aqui, cada palavra conta. Cada silêncio é respeitado. E cada presença é celebrada.
Se você busca um espaço para se reconectar com a sua essência, fortalecer sua voz e caminhar ao lado de outras mulheres incríveis, os 100 dias estão prestes a começar. E você é muito bem-vinda.
São 100 dias de conversa, partilha e conexão.
Durante esse período, a cada dia, mergulhamos em um tema diferente — cuidadosamente escolhido para promover reflexões, despertar emoções, fortalecer laços e incentivar o autoconhecimento. É um ciclo de 100 encontros diários, onde crescemos juntas, passo a passo, pensamento por pensamento.
Esse projeto acontece em um grupo fechado, exclusivo para mulheres. Um espaço íntimo, seguro e cheio de propósito. Um verdadeiro cantinho de aconchego, onde cada uma pode ser quem é, sem julgamentos, com liberdade para expressar sentimentos, dúvidas e vivências.
Certificado de Reconhecimento – Concurso de Boas Práticas em Prol das Mulheres Brasileiras
O projeto “Elas Precisam Saber” recebeu reconhecimento nacional por sua atuação na prevenção da violência contra a mulher por meio da educação. A iniciativa foi selecionada no 1º Concurso de Boas Práticas em Prol das Mulheres Brasileiras, promovido pela Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ), com apoio da Professora Alice Bianchini.
A certificação destaca o impacto social, a inovação e o potencial transformador do projeto, que se tornou exemplo inspirador para a construção de uma sociedade mais justa e segura para todas as mulheres.
A entrega do certificado foi realizada em 9 de maio de 2025 e assinada por Manoela Gonçalves da Silva, presidente nacional da ABMCJ, e Alice Bianchini, vice-presidente nacional da entidade.
O projeto “Elas Precisam Saber” foi reconhecido pela Associação Brasileira de Mulheres de Carreira Jurídica (ABMCJ) e pela Professora Alice Bianchini por sua contribuição à prevenção da violência contra a mulher por meio da educação.
Selecionado entre as iniciativas de destaque no 1º Concurso de Boas Práticas em Prol das Mulheres Brasileiras, o projeto se destacou por seu impacto social, caráter educativo e potencial transformador, sendo agraciado com o Certificado de Reconhecimento.
Esse selo confirma o compromisso da iniciativa com a promoção de uma sociedade mais justa, segura e igualitária, utilizando o conhecimento como ferramenta de empoderamento e transformação.
Representando o estado de São Paulo, o projeto “Elas Precisam Saber” foi incluído na lista oficial de boas práticas selecionadas pelo concurso, ao lado de outras ações com grande relevância social.
A proposta “Prevenção através da educação” foi reconhecida por sua abordagem acessível e efetiva, promovendo informação e consciência sobre os direitos das mulheres. O reconhecimento reforça o valor da educação como instrumento essencial na construção de relações mais equitativas.
Você Sabe Identificar se o seu Relacionamento é Abusivo?
Cuidado
A Violência está presente
- piadas ofensivas
- chantagear
- mentir/enganar
- ignorar/dar um gelo
- ciumar
- culpar
- desqualificar
- ridicularizar/ofender
- humilhar em publico
- intimidar/ameaçar
Reaja
Denuncie e peça ajuda
- controlar/proibir
- destruir bens pessoais
- machucar
- tapinhas, pancadinhas
- brincar de bater
- beliscar/arranhar
- empurrar
- dar tapas
Alerta
Sua vida está em perigo
- chutar
- confinar/prender
- ameaçar com objetos ou armas
- ameaça contra vida
- forçar uma relação sexual
- abuso sexual
- violentar
- mutilar
- matar
Palestras em empresas, escolas e
Oficinas Culturais
Ciclo da violência
Percebeu algumas dessas etapas?
- Fase 1
- Fase 2
- Fase 3
AUMENTO DA TENSÃO
Nesse primeiro momento, o agressor mostra-se tenso e irritado por coisas insignificantes, chegando a ter acessos de raiva. Ele também humilha a vítima, faz ameaças e destrói objetos.
A mulher tenta acalmar o agressor, fica aflita e evita qualquer conduta que possa “provocá-lo”. As sensações são muitas: tristeza, angústia, ansiedade, medo e desilusão são apenas algumas.
Em geral, a vítima tende a negar que isso está acontecendo com ela, esconde os fatos das demais pessoas e, muitas vezes, acha que fez algo de errado para justificar o comportamento violento do agressor ou que “ele teve um dia ruim no trabalho”, por exemplo. Essa tensão pode durar dias ou anos, mas como ela aumenta cada vez mais, é muito provável que a situação levará à Fase 2.
ATO DE VIOLÊNCIA
Esta fase corresponde à explosão do agressor, ou seja, a falta de controle chega ao limite e leva ao ato violento. Aqui, toda a tensão acumulada na Fase 1 se materializa em violência verbal, física, psicológica, moral ou patrimonial.
Mesmo tendo consciência de que o agressor está fora de controle e tem um poder destrutivo grande em relação à sua vida, o sentimento da mulher é de paralisia e impossibilidade de reação. Aqui, ela sofre de uma tensão psicológica severa (insônia, perda de peso, fadiga constante, ansiedade) e sente medo, ódio, solidão, pena de si mesma, vergonha, confusão e dor.
Nesse momento, ela também pode tomar decisões − as mais comuns são: buscar ajuda, denunciar, esconder-se na casa de amigos e parentes, pedir a separação e até mesmo suicidar-se. Geralmente, há um distanciamento do agressor.
ARREPENDIMENTO E COMPORTAMENTO CARINHOSO
Também conhecida como “lua de mel”, esta fase se caracteriza pelo arrependimento do agressor, que se torna amável para conseguir a reconciliação. A mulher se sente confusa e pressionada a manter o seu relacionamento diante da sociedade, sobretudo quando o casal tem filhos. Em outras palavras: ela abre mão de seus direitos e recursos, enquanto ele diz que “vai mudar”.
Há um período relativamente calmo, em que a mulher se sente feliz por constatar os esforços e as mudanças de atitude, lembrando também os momentos bons que tiveram juntos. Como há a demonstração de remorso, ela se sente responsável por ele, o que estreita a relação de dependência entre vítima e agressor.
Um misto de medo, confusão, culpa e ilusão fazem parte dos sentimentos da mulher. Por fim, a tensão volta e, com ela, as agressões da Fase 1.
Pedido de Socorro Internacional
Um simples gesto
Um gesto simples com uma das mãos que pode ser usado sem deixar rastros digitais, muito util para informar ques está presa em uma casa violenta

